Incertezas e receios fazem oscilar o volume de reservas no sector do turismo açoriano para a quadra de Natal e passagem de ano Ler mais

Incertezas e receios fazem oscilar o volume de reservas no sector do turismo açoriano para a quadra de Natal e passagem de ano

Nos diferentes sectores ligados ao turismo a passagem de ano apresenta um maior peso da facturação anual quando em comparação com o Natal, mas 2021 traz consigo um ritmo diferente dos restantes anos. Isto é, apesar de as empresas do sector começarem a recuperar lentamente dos prejuízos deixados por 2020, a chegada de uma nova variante da Covid-19 à Europa e as medidas restritivas que se impõem nesta época festiva condicionam a vontade de viajar e de conviver daqueles que habitualmente visitam o arquipélago no mês de Dezembro, colocando na incerteza os empresários açorianos que esperavam poder fechar o ano já com margens semelhantes ao período homólogo de 2019. Por esse motivo, reforçam que a aposta numa comunicação positiva em relação ao destino Açores é fundamental neste momento.

“Depois de casarmos quisemos um sítio neutro para viver, eu abri o meu coração aos Açores e já cá estamos há mais de 40 anos” Ler mais

“Depois de casarmos quisemos um sítio neutro para viver, eu abri o meu coração aos Açores e já cá estamos há mais de 40 anos”

Augusta Cavaco Miguel conheceu o marido na Terceira, numa escala de uma viagem entre Lisboa e o Canadá. Ela vivia em Caracas e estava a tirar o mestrado no Canadá, e o marido tinha base em Lisboa. O único conhecimento das ilhas era um irmão que viria dali a tempos fazer medicina à periferia em São Miguel. Foi este “sítio neutro” que escolheram para começar do zero a vida de casal. Ingressou na Universidade dos Açores e fez alguns trabalhos de investigação, embora fossem as aulas que lhe ocupassem a maior parte do tempo. Agora que está aposentada diz que tem de se manter sempre ocupada e até tem aprendido algumas coisas, relacionadas com o ensino, com programas de culinária.

 

“Os Açores têm recursos financeiros que quase correspondem ao dobro do que tiveram” mas as pessoas têm de saber que os fundos existem Ler mais

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Vasco Cordeiro, deputado do PS-Açores na Assembleia Legislativa Regional dos Açores e primeiro Vice-presidente do Comité das Regiões, interveio na Sessão plenária do Comité das Regiões, no âmbito do debate com o Presidente da República francesa, Emmanuel Macron. O pano de fundo, como diz Vasco Cordeiro, foi a Conferência sobre o Futuro da Europa, em que também participaram as famílias políticas representadas no Comité: PPE, PSE; AE, Verdes, CRE e Renew Europe. Como Vice-presidente do Comité das Regiões, na conversa com o chefe de Estado francês, Vasco Cordeiro destacou três temas que constam da recente Declaração Trilateral assinada pelos ministros dos Assuntos Europeus de França, Espanha e Portugal na capital portuguesa. Uma política de coesão reforçada para garantir que ninguém fica para trás nestes tempos difíceis. “Estamos de acordo”, diz Cordeiro, pois não há União sem coesão. Uma Europa Social, mas será que a França está empenhada em fazer avançar os esforços para a construir, questionou, e ainda a mensagem de Vasco Cordeiro de que as RUP não devem ser deixadas de fora das políticas europeias. Neste contexto, após a sessão, e como podemos posicionar nesta Europa do futuro, ouvimo-lo na qualidade de primeiro Vice-presidente do Comité das Regiões.

 

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