“Gosto de tocar só aquele tipo de música que  mexe com os meus sentimentos”, diz Carlos Massa que já levou um tema ao Festival da Canção Ler mais

“Gosto de tocar só aquele tipo de música que mexe com os meus sentimentos”, diz Carlos Massa que já levou um tema ao Festival da Canção

Vivendo actualmente em Lisboa, o micaelense Carlos Massa pisou pela primeira vez um palco nos Mosteiros, tinha 13 anos e foi com a sua primeira banda que se chamava Ácidos & Rock. Lembra-se que o som era uma coisa tenebrosa, mas a felicidade que sentia era enorme. Apesar de estar longe dos Açores, traz sempre guardado no coração tudo o que tenha a ver com a terra onde nasceu e viveu intensamente. Este músico açoriano já participou com o tema da sua autoria “Maldito tempo” no Festival da Canção, um tema que considera muito forte que aproveitou para o incluir no seu disco com um arranjo diferente, cujo resultado final é muito bom. De entre os artistas ou projectos musicais portugueses, destaca, entre outros ,os Construção, um magnífico projeto açoriano que nasceu no final dos anos 70 que deixou um disco gravado que, para Carlos Massa, é uma obra de arte que fica no património da música feita nos Açores. Este compositor micaelense confessa que ao olhar para o Massimo (filho do nosso entrevistado) a actuar, ou mesmo quando ele está ao piano a estudar ou a criar alguma coisa é, para ele, como um fogo-de-artifício emocional.

“Sendo ‘Alfacinha de gema’ com muito orgulho, os padrões de qualidade de vida que se tem nesta ilha maravilhosa não se comparam com os de Lisboa” Ler mais

“Sendo ‘Alfacinha de gema’ com muito orgulho, os padrões de qualidade de vida que se tem nesta ilha maravilhosa não se comparam com os de Lisboa”

A Covid-19 está a provocar algumas mudanças substanciais à nossa maneira de ser e de estar e muitas são as adaptações com as quais teremos saber lidar no dia-a-dia. No entanto, esta pandemia proporciona também novos conceitos empresariais e serviços personalizados, respondendo às exigências de necessidades de segurança. O conceito de treino personalizado concebido por Filipe Alegria, que estudou Condição Física e Saúde no Desporto na Escola Superior de Desporto de Rio Maior, permite a uma pessoa deixar de ir ao ginásio e continuar a ser acompanhado no seu treino com um processo de aplicação e execução de testes e tarefas realizados de maneira sistemática, individualizada, em par ou em grupo de três pessoas. Este acompanhamento preza pela supervisão dos exercícios e pelo incentivo de alto nível. Por outro lado, distingue-se pelos exercícios e pela flexibilidade em termos do espaço onde decorre o treino e dos horários personalizados, compatíveis com a sua disponibilidade e rotina diária, possibilitando treinar ao ar livre ou no domicílio e respondendo ao mesmo tempo às necessidades de segurança resultantes desta pandemia. O acompanhamento especializado neste processo é fundamental. Envolve muitos conhecimentos técnicos, evolução, adequação técnica no momento da execução. Isto só é possível com o acompanhamento de um profissional de excelência, pois não vou descobrir o fogo, nem fazer milagres, mas vou caminhar lado a lado. 

“Ao longo da minha licenciatura comecei  a ter consciência que a minha condição  de ilhéu tinha influência no meu trabalho” Ler mais

“Ao longo da minha licenciatura comecei a ter consciência que a minha condição de ilhéu tinha influência no meu trabalho”

Beatriz Brum, actualmente responsável pelo Serviço Educativo do Arquipélago- Centro de Artes Contemporâneas, é Mestre em Artes Plásticas, bem como em Gestão Cultural, mestrados obtidos na escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Esta artista micaelense foi vencedora do prémio Jovens Criadores- Walk&Talk, 2015. Das suas exposições colectivas destaque para “No Feminino (2019), Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada; “10 / 40” (2019), KUBIKGALLERY, Porto; “Desenhos” (2015), Museu José Malhoa, Caldas da Rainha e “Close-up 25, vinte e cinco anos de Artes Plásticas nas Caldas da Rainha” (2015), Hospital Júlio de Matos, Lisboa. Em termos de exposições individuais, no seu currículo já conta com a “Cor de Luz (2019), Biblioteca FCT Nova, Lisboa; “Bruma” (2016), Hotel Madrid, Caldas da Rainha; “Reflexos” (2015), Foyer Sede Banif , Ponta Delgada “Bons Sons, Cem Soldos. No entender de Beatriz Brum, devido à Covid-19, “todas as áreas estão a ser afectadas e a cultura, como sempre, as artes serão uma das áreas mais frágeis, mesmo que, anteriormente a este acontecimento, se vivesse momentos de prosperidade e com a esperança de que as coisas estavam num bom caminho nos Açores”. O próximo projecto desta artista açoriana será o Brum Atelier, o seu espaço de trabalho.
 

“As bandas filarmónicas têm sido mais do que simples escolas de música do povo, são autênticas escolas de vida” Ler mais

“As bandas filarmónicas têm sido mais do que simples escolas de música do povo, são autênticas escolas de vida”

O nosso entrevistado de hoje é Valter Ponte, que se encontra a frequentar o segundo ano do Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e Escola Superior de Educação, colaborando regularmente com a Orquestra da ESMAE, sendo também concertino e chefe de naipe da Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos, bem como membro do Trio Lacos. Iniciou os seus estudos musicais aos 11 anos na Filarmónica Lealdade em Vila Franca do Campo e, em 2006, ingressou na Orquestra Lira Açoriana, desempenhando vários lugares, inclusive o de concertino. Este músico micaelense integrou a Banda Militar dos Açores, a Banda Militar do Porto e, bem assim, a Orquestra Quadrivium e o quarteto de clarinetes com percussão Sticks n’Keys Ensemble. O Exército atribuiu-lhe dois diplomas de Louvor, pelas capacidades exemplares que foi desempenhando como militar e instrumentista, tendo sido agraciado com uma medalha de Comportamento Exemplar, Grau Cobre. Em 2020 obteve uma Menção Honrosa no Prémio Helena Sá e Costa, concurso que premeia alunos e ex-alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo em todos os instrumentos.

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